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quarta-feira, 20 de julho de 2011

SUICÍDIO! Causas e Consequências...

Uma atitude tresloucada, nefasta de qualquer ser humano. É um ato de extrema rebeldia contra as Sábias Leis do Criador (Deus). É como sair do caldeirão fervente e se atirar na chapa em brasa para ser fritado. O suicídio é o maior equívoco diante do sofrimento.
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Suicídio, porta falsa para o Além. Portanto, quando, invigilante, a idéia lhe assomar a cabeça, diga não! E nâããooo! Suicidar-se é o mesmo que se evadir da sala de aula pela janela, ou sair dentro do caldeirão fervente para a chapa em brasa! Não embarque nesta canoa furada. Uma vez praticado, só vai lhe restar o arrependimento irremediável e pesar inoperante dos que ficaram. Deus, o Pai de Infinita Bondade e Misericordiosissímo tem alternativa supremamente inteligente... Busque-o como faz a criança, em pânico, que corre para o colo da mãezinha querida!!!
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Suicídio, causas e conseqüências:
Entenda quais são as causas e conseqüências do suicídio, de acordo com a doutrina espírita:
Falar sobre os suicidas nos dá o ensejo de pensarmos no trabalho de renovação espiritual que está ao alcance e na obrigação de todos nós.

Acredito que todos devem (devemos) ajudar ao próximo, principalmente quando vemos nosso irmão se aproximar de uma situação desgastante, desigual e potencialmente suicida. É nossa obrigação! Embora não devamos ser inconvenientes, nem por isso devemos deixar de falar todas as vezes que vejamos a dor do próximo.

O suicida é, antes de tudo, um solitário. Descobrir um meio de chegarmos à criatura solitária pode ser um útil e benévolo exercício de caridade em favor do próximo. Utilizemos os recursos ao alcance de nossas mãos para auxiliar o suicida ou ao potencialmente suicida, pois isto será uma boa atitude e, certamente, nossos guias espirituais nos ajudarão. Quanto ao suicídio propriamente dito, lutemos contra todas as formas de depressão, fuga e falta de fé.

A seguir, entrevista com o palestrante espírita Alivo Pamphiro, publicada em 2002

O suicida deve ser considerado como um corajoso ou um covarde? Por quê?

Altivo Pamphiro – Todos os espíritos de bem informam que o suicida é, antes de tudo, um egoísta, que pensa somente em suas dores, ignorando as dores que irá causar em seus entes queridos. Não se pode generalizar e chamá-los de corajosos ou covardes, porque, na realidade, antes de tudo, eles estão preocupados com suas próprias idéias. Há, entretanto, os casos de loucura, nos quais o suicida, em um estado de demência, não pode avaliar o crime que está cometendo. É atribuído ao espírito Emmanuel a informação de que Getúlio Vargas, ex-presidente do Brasil, ao se matar, não foi considerado como um suicida, uma vez que evitou uma guerra civil com sua morte. Desse modo, vemos que a Lei de Deus prevê considerações que nem sempre estão ao nosso alcance.

Quais os fatores espirituais que podem levar uma pessoa a desejar não mais viver?

Altivo Pamphiro – Principalmente a sociedade. O espírito, quando não tem mais motivo para lutar, pode se desesperar e entrar em uma depressão que o leva a pensar no suicídio. Há cerca de dez anos, na Suécia, houve uma pesquisa entre médicos e paramédicos sobre se algum deles teve o desejo de se suicidar algum dia. A informação, impressionante aliás, foi de que todos os médicos e paramédicos que habitualmente se dirigiam para os países pobres, oferecendo seus serviços durante as férias, jamais pensavam em suicídio. Vê-se que o trabalho é realmente um grande antídoto para a atitude suicida.

Para onde vão realmente os espíritos dos suicidas? Há alguma regra geral para quem comete este ato ou os motivos que o levaram a cometê-lo podem amenizar essa pena, se assim podemos chamar?

Altivo Pamphiro – A médium Yvonne Pereira, em seu portentoso livro Memórias de um Suicida, fala do “Vale dos Suicidas”. Entretanto, temos notícia de outros suicidas que não foram para o referido vale porque não constituíam um perigo para os encarnados. Segundo a médium, vão para o “Vale dos Suicidas” aqueles espíritos capazes de influenciar os encarnados. Eles, então, são segregados para não terem como influir nos homens.
Em média, quanto tempo o espírito de um suicida fica vagando pelas regiões umbralinas?

Altivo Pamphiro – Não há previsão para esse tempo. Dizem os espíritos condutores que o espírito fica vagando enquanto não consegue harmonizar sua mente e entender o apoio que está sendo dado a ele. Portanto, isso varia de espírito para espírito.

Continua em próxima postagem!

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